É assim que me sinto!

Postado por Thaís Lima , quarta-feira, 16 de junho de 2010 20:44




Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho pra mim
Quero te encher de beijos
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho pra mim
Você é assim...
Você é assim...
Você é assim...

-"Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Penso em você
Desde o amanhecer
Até quando me deito
Eu gosto de você
Eu gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor"

Pra Você Guardei o Amor

Postado por Thaís Lima 20:34



Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir

Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir

Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar

Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar

Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar

Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir

Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar

Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar

Nando Reis

As coisas tão mais lindas

Postado por Thaís Lima 20:28



Entre as coisas mais lindas que eu conheci
Só reconheci suas cores belas quando eu te vi
Entre as coisas bem-vindas que já recebi
Eu reconheci minhas cores nela então eu me vi
Está em cima com o céu e o luar
Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas
E séculos, milênios que vão passar
Água-marinha põe estrelas no mar
Praias, baías, braços, cabos, mares, golfos
E penínsulas e oceanos que não vão secar
E as coisas lindas são mais lindas
Quando você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas
Porque você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas

Para Viver Um Grande Amor

Postado por Thaís Lima 20:21




Para viver um grande amor, preciso
É muita concentração e muito siso
Muita seriedade e pouco riso
Para viver um grande amor
Para viver um grande amor, mister
É ser um homem de uma só mulher
Pois ser de muitas - poxa! - é pra quem quer
Nem tem nenhum valor
Para viver um grande amor, primeiro
É preciso sagrar-se cavalheiro
E ser de sua dama por inteiro
Seja lá como for
Há de fazer do corpo uma morada
Onde clausure-se a mulher amada
E postar-se de fora com uma espada
Para viver um grande amor


Para viver um grande amor direito
Não basta apenas ser um bom sujeito
É preciso também ter muito peito
Peito de remador
É sempre necessário ter em vista
Um crédito de rosas no florista
Muito mais, muito mais que na modista
Para viver um grande amor
Conta ponto saber fazer coisinhas
Ovos mexidos, camarões, sopinhas
Molhos, filés com fritas, comidinhas
Para depois do amor
E o que há de melhor que ir pra cozinha
E preparar com amor uma galinha
Com uma rica e gostosa farofinha
Para o seu grande amor?

Para viver um grande amor, é muito
Muito importante viver sempre junto
E até ser, se possível, um só defunto
Pra não morrer de dor
É preciso um cuidado permanente
Não só com o corpo, mas também com a mente
Pois qualquer "baixo" seu a amada sente
E esfria um pouco o amor
Há de ser bem cortês sem cortesia
Doce e conciliador sem covardia
Saber ganhar dinheiro com poesia
Não ser um ganhador
Mas tudo isso não adianta nada
Se nesta selva escura e desvairada
Não se souber achar a grande amada
Para viver um grande amor!


Amor Barato

Postado por Thaís Lima 20:18



Eu queria ser
Um tipo de compositor
Capaz de cantar nosso amor
Modesto

Um tipo de amor
Que é de mendigar cafuné
Que é pobre e às vezes nem é
Honesto

Pechincha de amor
Mas que eu faço tanta questão
Que se tiver precisão
Eu furto

Vem cá, meu amor
Aguenta o teu cantador
Me esquenta porque o cobertor é curto

Mas levo esse amor
Com o zelo de quem leva o andor
Eu velo pelo meu amor
Que sonha

Que enfim, nosso amor
Também pode ter seu valor
Também é um tipo de flor
Que nem outro tipo de flor

Dum tipo que tem
Que não deve nada a ninguém
Que dá mais que maria-sem-vergonha

Eu queria ser
Um tipo de compositor
Capaz de cantar nosso amor
Barato

Um tipo de amor
Que é de esfarrapar e cerzir
Que é de comer e cuspir
No prato

Mas levo esse amor
Com zelo de quem leva o andor
Eu velo pelo meu amor
Que sonha

Que, enfim, nosso amor
Também pode ter seu valor
Também é um tipo de flor
Que nem outro tipo de flor

Dum tipo que tem
Que não deve nada a ninguém
Que dá mais que maria-sem-vergonha

Chico Buarque


DO AMOR

Postado por Thaís Lima 20:02


Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão,
paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,
que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado,
quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha e
nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

Paulinho Moska

A copa do mundo é nossa...

Postado por Michel Chaves , terça-feira, 15 de junho de 2010 00:55

Aquela nossa história – Parte I

Postado por Thaís Lima , sexta-feira, 11 de junho de 2010 08:05

Uma história que teve dois inícios, não é tão fácil de contar, nem de começar, até porque sugere muitas interrogações, exclamações, ponto e vírgula, até por vezes, um ponto final. Podemos falar do acaso, ou da sorte?Do destino ou da pré- designação? Dos astros?E da vontade de Deus certamente. O fato é que nos encontramos pra fazer a Crisma e acabamos num forró; o fato é que eu gosto do sol, ele da chuva, eu gosto da agitação, ele do silêncio, eu gosto de doce, ele de salgado, eu gosto de badalar, e ele de ficar em casa, eu gosto do claro, ele gosta do escuro, eu gosto do amarelo, ele do vermelho, eu gosto dele e ele de mim. O fato, é que contradizemos os fatos, o óbvio, o legal, o “que era pra ser”. O fato é que não há muito que se falar dos “fatos”, porque na nossa história, eles eram antônimos e não sinônimos do nosso amor.

Naquele dia, eu tava ansiosa, iria começar o 1° dia das formações para o sacramento da Crisma, tinha tido um dia cheio, estudava inclusive aos sábados da formação, queria ver os amigos, os velhos e os novos, queria saber mais de Deus, e queria tanta coisa... Ele parecia não querer nada, muito menos tá ali! Mas eu queria ser amiga dele, e balançar ele pra dançar, vê ele de cara feia, sem dá um ‘piu’, e meu colorido, ofuscar aquelas roupas pretas. Mas, agora, éramos amigos e ele gostava de mim, ou não, mas já sorria e falava ‘oi’, só que os encontros acabaram e eu fiquei ele foi...

Daí em diante, ele era uma lembrança, e nada mais. Só que nos encontramos e eu o balancei outra vez, ofusquei com meu colorido suas roupas escuras e o chamei para voltar; Ele voltou, mas nem éramos tão amigos assim, embora no mesmo lugar, naquele lugar do início, eu não o empurrava mais pra dançar, nem meu colorido ofuscava o preto dele.

Naquele dia, eu tinha tido um dia cheio, até nos feriados assistia aula, tava fazendo pré-vestibular, só que agora tava ma fase final, desculpa perfeita para o show de Cirano e Cirino. Eu tinha um paquerinha e ele ia tá lá, e meus amigos também, inclusive ele, que não era tão meu amigo assim...

Eu cantava e ele tocava, esse motivo nos uniu outra vez, agora o colorido era o mesmo, mas o escuro da roupa dele não. Estávamos lá, no mesmo lugar, mas sem balançados, ele tava namorando, e eu também, ele namorou ela, e eu namorei eles.

Naquele dia, o dia do show, a gente se encontrou, e o balancei tanto, mais tanto, com minha roupa nem tão colorida assim, junto à dele que já não tinha nada escuro, agora formal e cheirava a homem.

Ele deixou ela, e eu, eles, e brincamos: “ quer ser meu namorado(a)?”, era brincadeira, a gente não queria isso não. Só que muita gente acreditou, mas nós dois, já éramos amigos, agora mais próximos, e mais próximos e mais próximos...

No show ficamos próximos, e mais próximos e mais próximos... Eu balançava ele e ele me balançava, mas já era de verdade, só que a gente não sabia, nesse dia estavam todos lá, o acaso, a sorte, os astros, o destino, a felicidade e por conseguinte Deus e sua santa vontade . Eu disse a ele naquele dia que queria namorar com ele, não, no dia do show não, no dia da “brincadeira”.

Eu Amo Mais Você

Postado por Thaís Lima 07:01



Depois dessa ventania o temporal
Fez da nossa vida
Um mundo desigual
Qual é a tua?
O teu segredo?
Me diz
Como eu vou decifrar?

E a verdade é absurda no plural
Mas pra mim
Honestamente isso é normal
Na minha onda, teu oceano
Me ensina como navegar...

Eu amo mais você
Do que eu...(2x)

A tardinha
As coisas mudam sem parar
E a gente fala muito por falar
Mas de repente, a gente sente
Que tudo sobrou num olhar...

Penso infinitamente sem parar
A verdade
É transparente no mirar
Da tua retina, minha menina
Me diz
Como não te amar?

Eu amo mais você
Do que eu...(2x)

Penso infinitamente sem parar
A verdade
É transparente no mirar
Da tua retina, minha menina
Me diz
Como não te amar?

Eu amo mais você
Do que eu...(4x)

A gente se fala no olhar...

Postado por Michel Chaves , quinta-feira, 10 de junho de 2010 20:21


O..... meu coração, hoje tem paz
Decepção, ficou pra trás
Eu encontrei, um grande amor
felicidade enfim chegou
Como o brilho do luar
Em sintonia com o mar
Nessa viagem de esplendor
Meu sonho se realizou
A gente se fala no olhar..... no olhar!
É água de chuva no mar..... no mar!
Caminha pro mesmo lugar
Sem pressa sem medo de errar
É tão bonito..... é tão bonito o nosso amor
A gente tem tanto querer.......que...rer!
Faz até a terra tremer.......tre...mer!
A luz que reluz meu viver
O sol do meu amanhecer é você

Savage Garden - I Knew I Loved You

Postado por Michel Chaves , domingo, 6 de junho de 2010 23:55

Eu sabia que te amava

Postado por Michel Chaves 23:53

Talvez seja intuição
Mas algumas coisas você apenas não questiona
Como em seus olhos
Eu vi meu futuro em um intante
E lá encontrei meus melhores amigos
Eu penso que encontrei meu melhor amigo
Eu sei que pode soar um pouco louco
Mas eu acredito...

Eu sabia que te amava antes de te encontrar
Eu acho que sonhei com você toda a vida
Eu sabia que te amava antes de te conhecer
E eu tenho esperado por isso toda minha vida

Não há nenhuma rima ou razão
Somente este sentido de completude
E em seus olhos
Eu vi o que faltava
Eu estou procurando
E acho que encontrei meu lugar

Eu sei que pôde soar um pouco louco
Mas eu acredito

Mil anjos dançam em torno de você
Eu estou completo agora que eu a encontrei

Sem você...

Postado por Michel Chaves , sexta-feira, 4 de junho de 2010 21:48