Você é assim Um sonho pra mim E quando eu não te vejo Eu penso em você Desde o amanhecer Até quando eu me deito...
Eu gosto de você E gosto de ficar com você Meu riso é tão feliz contigo O meu melhor amigo É o meu amor...
E a gente canta E a gente dança E a gente não se cansa De ser criança A gente brinca Na nossa velha infância...
Seus olhos meu clarão Me guiam dentro da escuridão Seus pés me abrem o caminho Eu sigo e nunca me sinto só...
Você é assim Um sonho pra mim Quero te encher de beijos Eu penso em você Desde o amanhecer Até quando eu me deito...
Eu gosto de você E gosto de ficar com você Meu riso é tão feliz contigo O meu melhor amigo É o meu amor...
E a gente canta E a gente dança E a gente não se cansa De ser criança A gente brinca Na nossa velha infância...
Seus olhos meu clarão Me guiam dentro da escuridão Seus pés me abrem o caminho Eu sigo e nunca me sinto só...
Você é assim Um sonho pra mim Você é assim... Você é assim... Você é assim...
-"Você é assim Um sonho pra mim E quando eu não te vejo Penso em você Desde o amanhecer Até quando me deito Eu gosto de você Eu gosto de ficar com você Meu riso é tão feliz contigo O meu melhor amigo É o meu amor"
Pra você guardei o amor Que nunca soube dar O amor que tive e vi sem me deixar Sentir sem conseguir provar Sem entregar E repartir
Pra você guardei o amor Que sempre quis mostrar O amor que vive em mim vem visitar Sorrir, vem colorir solar Vem esquentar E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz Quem entender o que ele diz No giz do gesto o jeito pronto Do piscar dos cílios Que o convite do silêncio Exibe em cada olhar
Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei Vendo em você E explicação Nenhuma isso requer Se o coração bater forte e arder No fogo o gelo vai queimar Pra você guardei o amor Que aprendi vendo meus pais O amor que tive e recebi E hoje posso dar livre e feliz Céu cheiro e ar na cor que arco-íris Risca ao levitar Vou nascer de novo Lápis, edifício, tevere, ponte Desenhar no seu quadril Meus lábios beijam signos feito sinos Trilho a infância, terço o berço Do seu lar Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei Vendo em você E explicação Nenhuma isso requer Se o coração bater forte e arder No fogo o gelo vai queimar Pra você guardei o amor Que nunca soube dar O amor que tive e vi sem me deixar Sentir sem conseguir provar Sem entregar E repartir
Quem acolher o que ele tem e traz Quem entender o que ele diz No giz do gesto o jeito pronto Do piscar dos cílios Que o convite do silêncio Exibe em cada olhar Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei Vendo em você E explicação Nenhuma isso requer Se o coração bater forte e arder No fogo o gelo vai queimar
Entre as coisas mais lindas que eu conheci Só reconheci suas cores belas quando eu te vi Entre as coisas bem-vindas que já recebi Eu reconheci minhas cores nela então eu me vi Está em cima com o céu e o luar Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas E séculos, milênios que vão passar Água-marinha põe estrelas no mar Praias, baías, braços, cabos, mares, golfos E penínsulas e oceanos que não vão secar E as coisas lindas são mais lindas Quando você está Onde você está Hoje você está Nas coisas tão mais lindas Porque você está Onde você está Hoje você está Nas coisas tão mais lindas
Para viver um grande amor, preciso É muita concentração e muito siso Muita seriedade e pouco riso Para viver um grande amor Para viver um grande amor, mister É ser um homem de uma só mulher Pois ser de muitas - poxa! - é pra quem quer Nem tem nenhum valor Para viver um grande amor, primeiro É preciso sagrar-se cavalheiro E ser de sua dama por inteiro Seja lá como for Há de fazer do corpo uma morada Onde clausure-se a mulher amada E postar-se de fora com uma espada Para viver um grande amor
Para viver um grande amor direito Não basta apenas ser um bom sujeito É preciso também ter muito peito Peito de remador É sempre necessário ter em vista Um crédito de rosas no florista Muito mais, muito mais que na modista Para viver um grande amor Conta ponto saber fazer coisinhas Ovos mexidos, camarões, sopinhas Molhos, filés com fritas, comidinhas Para depois do amor E o que há de melhor que ir pra cozinha E preparar com amor uma galinha Com uma rica e gostosa farofinha Para o seu grande amor?
Para viver um grande amor, é muito Muito importante viver sempre junto E até ser, se possível, um só defunto Pra não morrer de dor É preciso um cuidado permanente Não só com o corpo, mas também com a mente Pois qualquer "baixo" seu a amada sente E esfria um pouco o amor Há de ser bem cortês sem cortesia Doce e conciliador sem covardia Saber ganhar dinheiro com poesia Não ser um ganhador Mas tudo isso não adianta nada Se nesta selva escura e desvairada Não se souber achar a grande amada Para viver um grande amor!
Não falo do amor romântico, aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento. Relações de dependência e submissão, paixões tristes. Algumas pessoas confundem isso com amor. Chamam de amor esse querer escravo, e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida, explicada, entendida, julgada. Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro, antes de ser experimentado. Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta. A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado. O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita. O amor é um móbile. Como fotografá-lo? Como percebê-lo? Como se deixar sê-lo? E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine? Minha resposta? O amor é o desconhecido. Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre o desconhecido, a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão. A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação. O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante. A vida do amor depende dessa interferência. A morte do amor é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta. Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos, e nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim. Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo. O amor não é orgânico. Não é meu coração que sente o amor. É a minha alma que o saboreia. Não é no meu sangue que ele ferve. O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito. Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu como se fossem novas estrelas recém-nascidas. O amor brilha. Como uma aurora colorida e misteriosa, como um crepúsculo inundado de beleza e despedida, o amor grita seu silêncio e nos dá sua música. Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor, se estivermos também a devorá-lo. O amor, eu não conheço. E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo, me aventurando ao seu encontro. A vida só existe quando o amor a navega. Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita. Ou melhor, só se Vive no amor. E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
Uma história que teve dois inícios, não é tão fácil de contar, nem de começar, até porque sugere muitas interrogações, exclamações, ponto e vírgula, até por vezes, um ponto final. Podemos falar do acaso, ou da sorte?Do destino ou da pré- designação? Dos astros?E da vontade de Deus certamente. O fato é que nos encontramos pra fazer a Crisma e acabamos num forró; o fato é que eu gosto do sol, ele da chuva, eu gosto da agitação, ele do silêncio, eu gosto de doce, ele de salgado, eu gosto de badalar, e ele de ficar em casa, eu gosto do claro, ele gosta do escuro, eu gosto do amarelo, ele do vermelho, eu gosto dele e ele de mim. O fato, é que contradizemos os fatos, o óbvio, o legal, o “que era pra ser”. O fato é que não há muito que se falar dos “fatos”, porque na nossa história, eles eram antônimos e não sinônimos do nosso amor.
Naquele dia, eu tava ansiosa, iria começar o 1° dia das formações para o sacramento da Crisma, tinha tido um dia cheio, estudava inclusive aos sábados da formação, queria ver os amigos, os velhos e os novos, queria saber mais de Deus, e queria tanta coisa... Ele parecia não querer nada, muito menos tá ali! Mas eu queria ser amiga dele, e balançar ele pra dançar, vê ele de cara feia, sem dá um ‘piu’, e meu colorido, ofuscar aquelas roupas pretas. Mas, agora, éramos amigos e ele gostava de mim, ou não, mas já sorria e falava ‘oi’, só que os encontros acabaram e eu fiquei ele foi...
Daí em diante, ele era uma lembrança, e nada mais. Só que nos encontramos e eu o balancei outra vez, ofusquei com meu colorido suas roupas escuras e o chamei para voltar; Ele voltou, mas nem éramos tão amigos assim, embora no mesmo lugar, naquele lugar do início, eu não o empurrava mais pra dançar, nem meu colorido ofuscava o preto dele.
Naquele dia, eu tinha tido um dia cheio, até nos feriados assistia aula, tava fazendo pré-vestibular, só que agora tava ma fase final, desculpa perfeita para o show de Cirano e Cirino. Eu tinha um paquerinha e ele ia tá lá, e meus amigos também, inclusive ele, que não era tão meu amigo assim...
Eu cantava e ele tocava, esse motivo nos uniu outra vez, agora o colorido era o mesmo, mas o escuro da roupa dele não. Estávamos lá, no mesmo lugar, mas sem balançados, ele tava namorando, e eu também, ele namorou ela, e eu namorei eles.
Naquele dia, o dia do show, a gente se encontrou, e o balancei tanto, mais tanto, com minha roupa nem tão colorida assim, junto à dele que já não tinha nada escuro, agora formal e cheirava a homem.
Ele deixou ela, e eu, eles, e brincamos: “ quer ser meu namorado(a)?”, era brincadeira, a gente não queria isso não. Só que muita gente acreditou, mas nós dois, já éramos amigos, agora mais próximos, e mais próximos e mais próximos...
No show ficamos próximos, e mais próximos e mais próximos... Eu balançava ele e ele me balançava, mas já era de verdade, só que a gente não sabia, nesse dia estavam todos lá, o acaso, a sorte, os astros, o destino, a felicidade e por conseguinte Deus e sua santa vontade . Eu disse a ele naquele dia que queria namorar com ele, não, no dia do show não, no dia da “brincadeira”.
O..... meu coração, hoje tem paz Decepção, ficou pra trás Eu encontrei, um grande amor felicidade enfim chegou Como o brilho do luar Em sintonia com o mar Nessa viagem de esplendor Meu sonho se realizou A gente se fala no olhar..... no olhar! É água de chuva no mar..... no mar! Caminha pro mesmo lugar Sem pressa sem medo de errar É tão bonito..... é tão bonito o nosso amor A gente tem tanto querer.......que...rer! Faz até a terra tremer.......tre...mer! A luz que reluz meu viver O sol do meu amanhecer é você